Nem vem que não tem: A vida e o veneno de Wilson Simonal
Posts relacionados à biografia do cantor Wilson Simonal, lançada pela Editora Globo em setembro de 2009.
Este link eu recebi hoje pela manhã do professor Paulo Nogueira como resposta pelo exemplar de "Nem vem que não tem" que lhe mandei lá pra Londres. Trata-se de um número musical delicioso do filme Vai Que é Mole, de 1960, com Wilson Simonal e seu irmão Zé Roberto fazendo uma pontinha como integrantes do grupo de rock que acompanha o lendário Ankito e Anilza Leoni em "Você é de Morte".
Simonal havia acabado de deixar o quartel (em maio de 1960) e trabalhava como secretário de Carlos Imperial, o "rei do rock" no Rio de Janeiro. Provavelmente, Imperial foi convidado pelo diretor J.B. Tanko para arrumar alguns "roqueiros" para figurar no filme, e arranjou um trabalhinho para seus protegidos do Clube do Rock. Alguém sabe se o contrabaixista é o mesmo Edson Bastos que tocava com Simonal e Zé Roberto nos Dry Boys??
O Elson Barbosa, dono da comunidade da revista Bizz no Orkut, bolou um negócio muito interessante comigo: uma entrevista, via MSN, que seria postada na Comunidade. Achei ótimo esse formato, pá-pum, que começou em volta do livro do Simonal, foi (claro) para a Bizz e terminou falando de imprensa musical e cultural como um todo. O papo é o que segue, do jeito que foi digitado:
Último episódio da série de quatro podcasts promocionais do livro "Nem vem que não tem - A vida e o veneno de Wilson Simonal". Nesta semana, toco algumas bacanezas da fase "garoto-propaganda" (para a iniciativa privada e para o governo) do Simonal. Por último, o assunto é a obscura fase dos anos 1980 e 1990, incluindo inéditas e tal.
No ar o terceiro dos quatro episódios do podcast do livro "Nem vem que não tem". Desta vez, os assuntos são: os shows do Simonal para teatro e a fase do cantor na RCA.
Minha ignorância tecnológica me impediu de "embedar" o vídeo da minha aparição no "Revista de Sábado", da TV Tem (afiliada da Globo em Jundiaí, Sorocaba e regiões). Assim, tudo o que posso fazer é dar o link para a página do programa. Se alguém me explicar como faz para grudar o monitorzinho aqui, serei eternamente grato!

"Nem vem que não tem" no "Programa de Sábado".
No ar, o segundo dos quatro episódios do podcast "Nem Vem Que Não Tem". Esta semana, eu falo sobre versões originais e versões "simonais" e também da fase Philips (1972-1975). Espero que gostem!
Este é o comercial de TV do livro. Ele vai ao ar pela primeira vez hoje, no intervalo do "Baile do Simonal" que a TV Globo exibe logo após o Programa do Jô. Semana que vem ele volta no intervalo do "Som Brasil: Jorge Ben Jor", assunto totalmente pertinente. E daí em TVs fechadas e abertas deste país tropical bonito por natureza.
Hoje (quinta-feira, 05 de novembro) é o dia do lançamento de "Nem vem que não tem - A vida e o veneno de Wilson Simonal" no Rio de Janeiro.
Vai ser na Livraria da Travessa, a partir das 19h00. A noite começa com bate-papo comigo e com os irmãos Max de Castro e Simoninha (rendeu bem, aliás, o bate-papo na Livraria da Vila em São Paulo) e segue para os tradicionais autógrafos. Vai ser um prazer rever os amigos cariocas e conhecer o leitor do Rio.

Escolhemos a Travessa não só pelo seu próprio charme e veneno, mas também pela localização. O Leblon foi o bairro onde o Simonal passou alguns dos anos mais importantes de sua vida, da pré-adolescência até o começo da vida adulta. Ele morava na hoje removida Favela da Praia do Pinto (saquem o fermento na foto desse post). O Leblon foi tão importante que basta dizer que foi lá, a alguns metros de onde hoje está o Shopping Leblon (onde fica a Livraria da Travessa) que meu biografado descobriu a música e o sexo, por exemplo. Confira abaixo o capítulo "Leblon" do meu livro e apareça lá à noite pra dizer o que achou.
Alguns amigos têm me perguntado sobre a capa do livro – a "Rolling Stone" publicou a capa laranja e a "Billboard" publicou a capa azul. Qual é a capa correta? Bem, as duas são corretas. Vamos fazer as duas tiragens (parece que a azul vai só para alguns pontos de vendas específicos, tipo "tiragem limitada especial", uouou). Mas, para quem quiser comparar, estas são as capas definitivas de "Nem vem que não tem: A vida e o veneno de Wilson Simonal". Ambas feitas no maior capricho pelo grande Rodolfo França, designer talentosíssimo que eu conheci na época da "Bizz" e que fiz questão de trazer para trabalhar comigo na "Época São Paulo". Veja se não ficou/ficaram lindas:
Nova série no site, inspirada no meu livro novo, "Nem vem que não tem: A vida e o veneno de Wilson Simonal", que sai até o fim deste mês. Para começar, algumas influências do Simonal, talvez não tão conhecidas pelos fãs atuais. Primeiro, o grande Sammy Davis Jr com "One for my baby", cantando a música em trechinhos imitando outros cantores:






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